QUADRO PARA PLANEJAMENTO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO SEMANAL DAS
ATIVIDADES
Dia da semana
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2ª feira
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3ª feira
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4ª feira
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5ª feira
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6ª feira
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Roteiro das atividades
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Apresentação;
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Motivação Prévia: perguntas de sondagem;
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Leitura silenciosa do texto “As raízes profanas de São João”;
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Leitura oral do texto “As raízes profanas de São João”, e questionamentos;
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Exercícios de interpretação textual no quadro;
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Palavras desconhecidas do texto/uso do
dicionário;
- Ditado
de imagens, correção entre os alunos;
- Diário
de bordo.
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- Foto
do pintor Alfredo Volpi;
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Documentário “Especial Volpi”, da TV Cultura;
- Texto
adaptado da biografia do pintor Alfredo Volpi;
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Palavras desconhecidas do texto/uso do dicionário;
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Apresentação de algumas obras do pintor Alfredo Volpi (questionamentos e
inferências dos alunos);
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Curiosidades sobre Alfredo Volpi, conversação;
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Receitas juninas (em duplas)/Quitutes de São João;
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Problemas matemáticos;
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Exercícios de análise textual, no quadro;
- Diário
de bordo.
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Informações gerais sobre o perigo dos fogos de artifício, balões e fogueiras;
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Visualização de imagens : Festas Juninas - Perigos
- Estudo
do vocabulário;
- Produzindo
noticias;
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Curiosidades sobre Alfredo Volpi, conversação;
- Poesia “Noite de São
João”, de Décio Valente;
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Brincadeira: declamação diversificada;
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Questionamentos e inferências dos alunos: Sons do R/RR;
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Quadro/Cartaz: Regras R/RR;
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Inventando palavras com as regras do uso do R;
- Tema
de casa: ilustração da poesia;
-Diário
de bordo.
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Relembrando a técnica usada pelo pintor Alfredo Volpi;
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Produção de nossas próprias tintas;
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Pintura coletiva;
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Apresentação das pinturas;
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Exposição “ALFREDO VOLPI NOS DEU A IDEIA DE
COMO PINTAR!”;
- Folha
de cruzadinha;
- Problemas
matemáticos (no quadro) ;
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Curiosidades sobre o pintor Alfredo Volpi, conversação;
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Instruções de como fazer bandeirinhas;
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Questionamentos orais sobre as instruções;
-
Confecção de bandeirinhas;
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Decoração da sala;
- Diário
de bordo.
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- Relembrando
as danças típicas das festividades juninas;
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Curiosidades sobre o autor Alfredo Volpi, conversação;
- Texto:
“Aprenda a dançar os passos mais importantes da quadrilha”;
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Dançando quadrilha;
-
Brincadeiras típicas das festas juninas: corrida dos sacos e corrida do ovo
na colher;
- Diário
de bordo;
- Festa
junina (organizada pelos alunos e professoras);
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Encerramento.
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Observações
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Conteúdos: Leitura e
Interpretação de texto narrativo, uso do dicionário, origem e características
das festividades juninas.
Objetivos Específicos: Conhecer
a origem das festas juninas no Brasil;
Ampliar seus conhecimentos
quanto às festividades juninas;
Fazer a leitura silenciosa do texto “As raízes profanas de São
João”;
Utilizar o dicionário em busca
do significado de palavras desconhecidas no
texto;
Interpretar as informações
contidas no texto;
Discutir sobre as regularidades
ortográficas.
Inicialmente iremos nos
apresentar aos alunos, informaremos que, durante a semana, seremos suas
professoras e que iremos trabalhar muitos
conteúdos legais sobre as festas juninas. Também pediremos
que cada aluno se apresente, dizendo seu nome e idade.
Atividade:
Motivação Prévia: A Michele fará perguntas de sondagem
sobre os conhecimentos prévios dos alunos em relações as festividades juninas,
“como são comemoradas as festas juninas em sua cidade? (Porto Alegre e região
metropolitana), Vocês sabem como elas surgiram no Brasil? Por que elas são
comemoradas no mês de junho? Quais são os pratos típicos destas festas? Que
danças são comuns numa festa junina?”.
Enquanto isso a Raquel irá
distribuir palavras aleatoriamente para alguns alunos, as palavras serão:
pescaria, paspalhão, quadrilha, bandeirinhas, bolo de fubá, pamonha, pipoca,
canjica, lanternas de papel, pé-de-moleque, pau de sebo, cadeia, beiju, balão,
boca do palhaço, pinhão, quentão, barraquinhas. Terminada a discussão a Raquel perguntará quais palavras se
referem as danças, as comidas, as brincadeiras e os enfeites característicos de
uma festa junina pedirá para que os alunos um de cada vez encaixem as palavras
que possuem no quadro na categoria correspondente: Danças, Brincadeiras, Pratos
típicos, Enfeites.
Para
contextualizar um pouco da origem das festas juninas no Brasil, será
distribuído o texto “As raízes profanas de São João”, numa versão adaptada por
nós da revista Superinteressante para os alunos realizarem leitura silenciosa.
As raízes profanas de São João
Quando
o Vaticano instituiu, no século VI, o dia 24 de junho para a comemoração do
nascimento daquele que batizou Cristo, os povos europeus já celebravam, com
grandes fogueiras, a chegada do calor e do sol. “Os cultos pagãos eram rituais
de abundância e fertilidade”, diz a professora Maria Lúcia Montes, antropóloga
da Universidade de São Paulo. “Havia sacrifício de animais e oferendas de
cereais para afastar os demônios da esterilidade, das pestes agrícolas e da
estiagem”. O cristianismo, na verdade, apenas “converteu” uma tradição pagã em
festa católica.
Em
Portugal, as comemorações foram ampliadas no século XII, incluindo o dia de
nascimento de Santo Antônio de Pádua (que nasceu em Portugal, mas morreu na
Itália, no dia 13 de junho de 1195), e o da morte de São Pedro, em 29 de junho.
Transportadas para o Brasil Colônia, as festas “pegaram” entre índios e
escravos. Descrevendo as celebrações católicas “assimiladas” pelos indígenas, o
jesuíta Fernão Cardim escreveu em 1583, em seu Tratado da Terra e da Gente do Brasil: “A mais alegre é a das
fogueiras de São João, porque suas aldeias ardem em fogo e, para saltarem as
fogueiras, não os estorva a roupa, ainda que algumas vezes chamusquem o couro”.
Com a
chegada da Família Real portuguesa, que se transferiu para o Brasil fugindo de
Napolão, na Europa, as festas juninas tomaram novo rumo. Não demorou muito, as
contradanças (dança de casais que trocavam de pares) saíram dos salões nobres
para as festas populares. Casamentos, batizados, festas juninas, festas de
padroeira e muitas outras passaram a ser comemoradas com a dança.
A
partir de 1930, quando o nacionalismo de Vargas estimulou a busca de uma
identidade cultural brasileira, as quadrilhas foram revalorizadas. Segundo o
antropólogo Renato da Silva Queiroz, da USP, “junto com a temática do homem do
campo surgiu a dança caipira que nada mais é do que a quadrilha de origem
aristocrática com adaptações”.
(SUPERINTERESSANTE,
Nhá-história do arraiá. São Paulo: Abril, 93, ed., ano 9, n. 6, jun, 1995, p.
26-27).
Passados cerca
de 10min, a Michele realizará
leitura oral, com os alunos acompanhando o texto. Em seguida, fará alguns
questionamentos sobre a interpretação do texto, “o que os europeus comemoravam,
no mês de junho, antes do cristianismo? Como eram essas celebrações? Que povo
trouxe a festa junina para o Brasil? De que maneira? Perceberam que estas
celebrações possuem ligação religiosa? O
que é cristianismo?” e após fará um levantamento de palavras desconhecidas do
texto, buscando esclarecer algumas das palavras com os alunos e as que não forem
ficarão anotadas no quadro para posterior consulta no dicionário.
Após a Raquel escreverá três exercícios no quadro para serem copiados no
caderno:
1.
Escreva as datas em que são
realizadas as seguintes celebrações católicas:
Santo Antônio -
São João -
São Pedro -
2.
Que palavras do texto você
desconhece? Consulte no dicionário.
3.
Encontre no texto a descrição
do jesuíta Fernão Cardim sobre as celebrações católicas assimiladas pelos
indígenas.
a)
Copie o trecho:
b)
Reescreva o trecho, usando suas
palavras.
Assim que os alunos finalizarem
a atividade, a Raquel pedirá
voluntários para ler o significado encontrado no dicionário. E outros para
lerem sua reescrita.
Ditado de imagens:
A Raquel
entregará para cada aluno a folha do ditado:
Enquanto isso,
a Michele irá explicar como funciona
o ditado: não será utilizada a fala, apenas serão mostradas imagens e os alunos
deverão escrever o nome da figura na folha,
podem escrever o que estiverem vendo, se não tiverem certeza escrevam mesmo
assim, depois, na correção, veremos as palavras que apareceram.
Imagens utilizadas:


(balão, pinhão, milho,
quadrilha, fogueira, pipoca, bandeirinhas).
A Michele encaminhará a correção do ditado no quadro. Os alunos
deverão trocar de ditado com o colega do lado, para que este possa corrigir
suas palavras. Na palavra quadrilha
pode ser que surjam outras escritas, como dança,
meninos, meninas, roda... As
hipóteses dos alunos não serão descartadas, cada um escreverá o que acha que a
figura representa. Na correção conversaremos sobre as possibilidades e a turma
decidirá se a palavra pode ser aceita ou não.
Avaliação da aprendizagem: Diário de bordo.
Cada
aluno receberá cinco folhas pela metade de ofício grampeada, formando um bloco.
Explicaremos que, cada um terá seu diário de bordo. Nos momentos estipulados
pelas professoras, ao longo da semana, deverão escrever suas aprendizagens,
curiosidades, interesses, satisfações, decepções, frustrações, anseios que
surgiram durante as aulas. Quem quiser terá a oportunidade de ler seu escrito,
comentar, para vermos se as aprendizagens e sentimentos foram parecidos ou não.
O diário ficará diariamente na sala. Na sexta-feira cada aluno fará uma capa
para seu diário com desenhos e dados de identificação.
Colocaremos
a data e os objetivos que queremos avaliar em cada dia da semana a última folha
anexada na sexta, juntamente com nossas aprendizagens com eles e mensagem de agradecimento.
(Pediremos o bloco emprestado para apresentação na mostra.)
Recursos utilizados: texto “As
raízes profanas de São João”, folha de ditado, quadro, dicionário, imagens juninas.
Conteúdos:
Biografia do pintor Alfredo
Volpi;
As operações matemáticas de
adição, subtração, divisão e multiplicação;
Comidas típicas das festas
juninas;
Sinais de pontuação;
Pronomes.
Objetivos específicos:
Conhecer
a biografia do pintor Alfredo Volpi;
Identificar características marcantes das obras de Alfredo
Volpi: linhas, formas, cores e outros elementos artísticos;
Identificar
a estrutura do gênero textual “receitas”;
Exercitar
o raciocínio matemático utilizando as quatro operações matemáticas em situações
problema;
Perceber
a importância da coletividade no desenvolvimento do trabalho em grupo;
Identificar
a vírgula como sendo um sinal de pontuação, compreender sua função numa
sequência de palavras;
Identificar
o uso e a função de pronomes em frases;
Utilizar
o dicionário em busca do significado de palavras desconhecidas do seu
vocabulário.
7h50min - Atividade:
Motivação Prévia: A Michele dirá aos alunos que estudaremos
sobre um pintor que tem certa relação com as atividades juninas. Mostrará a
foto do Alfredo Volpi (mesma do texto abaixo) e perguntará se alguém o conhece.
No data show mostraremos alguns trechos do documentário “Especial Volpi”, da TV
Cultura. O vídeo possui informações da biografia do autor e imagens das suas
pinturas. A versão online está disponível nos links:
http://www.youtube.com/watch?v=bX7lwRM6Axs (parte 1 – 8min57seg);
http://www.youtube.com/watch?v=aGTVXn3QwJI (parte 2 - 12min).
Em seguida,
cada aluno receberá o texto adaptado por nós da biografia do pintor Alfredo
Volpi para ser lido primeiramente
em silêncio e após em voz alta por alunos
voluntários (um leitor por parágrafo):
Alfredo Volpi - pintor
brasileiro
![Description: [creditofoto]](file://localhost/Users/felipegomes/Library/Caches/TemporaryItems/msoclip/0clip_image012.gif)
Alfredo
Volpi nasceu em Lucca, na Itália, em 14 de abril de 1896. Veio para o Brasil,
no ano seguinte, com os pais, que emigraram
para São Paulo. Desde pequeno gostava de misturar tintas e criar novas cores.
Esse talento o levou a trabalhar como pintor de frisos, florões e
painéis nas paredes das mansões paulistanas.
Aos 16,
ele pintou sua primeira aquarela.
Aos 18 anos de idade, ele pintou sua primeira obra de arte, sobre a tampa de
uma caixa de charutos, usando tinta a óleo. Até se firmar como pintor, exerceu
vários ofícios, como o de decorador de interiores. Autodidata em artes tornou-se membro do Grupo Santa Helena, nos
anos 1940.
Em 1953
ganhou o prêmio de melhor pintor brasileiro, na 2ª Bienal de São Paulo. A
partir daí, tornou-se um pintor famoso.
Volpi
criou sua própria linguagem na pintura. Suas obras seriam dominadas pelas cores
e pelo estilo abstrato geométrico.
Exemplo marcante disso são suas bandeirinhas multicoloridas, que se tornaram sua marca registrada. As formas
geométricas começaram nos anos 1970: Volpi preparava várias pinturas parecidas,
alterando cores, no que os críticos
definem como uma combinação inventiva.
É a
fase das bandeirinhas, sua maior contribuição para a arte brasileira moderna,
expressa em seu trabalho "Bandeiras e Mastros". Só pintava com a luz
do sol e se envolvia totalmente com a criação de sua obra, o que incluía
esticar o linho para as telas.
Depois
de dominar a técnica da têmpera com clara de ovo, o artista nunca mais usou
tintas industriais - "elas criam mofo e perdem vida com o passar do
tempo", dizia. Fazia suas próprias tintas, diluídas em uma emulsão de verniz e clara de ovo, em que ele adicionava pigmentos naturais purificados (terra, ferro, óxidos, argila
colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol. Alfredo Volpi morreu em 28 de
maio de 1988, em São Paulo (SP), aos 92 anos.
(Texto adaptado da biografia do
pintor Alfredo Volpi, http://educacao.uol.com.br/biografias/alfredo-volpi.jhtm, último acesso em 22/05/13).
Algumas palavras no texto estão
grifadas, os alunos deverão
copiá-las no caderno e, com suas palavras ou com o auxílio do dicionário
explicar seus significados.
Emigraram: 1. Sair
da sua região ou do seu país para se estabelecer noutro. 2. Mudar de
região, anual ou periodicamente. Confrontar: imigrar.
Frisos: 1. Parte
superior do entablamento entre a cornija e a arquitrave. 2. Barra, filete,
cercadura.
Florões: 1. Ornato
em forma de flor. 2. Vinheta no fim de um livro ou de um capítulo.
3. Centro ornamental de tecto ou abóbada. 4. [Botânica]
Capítulo. 5. Flósculo. 6. [Figurado] Glória; motivo para sentir orgulho
legítimo. 7. O que se possui de melhor.
Aquarela:
1. Pintura feita com tintas diluídas em água.2. A própria tinta.
Autodidata: Que ou
quem se instrui por si própria; que ou quem é mestre de si mesmo.
Abstrato:
1. Que designa uma qualidade separada do sujeito.2. Difícil de se
compreender; distraído; absorto.3. [Aritmética] Diz-se do número em
si (em oposição a concreto). 4. [Gramática] Que designa ideias,
qualidades, estados, ações, por oposição a concreto (ex.: nomeabstracto,
substantivo abstracto). s.m. 5. O que se considera
existente no domínio das ideias e sem base material.
Multicoloridas:
Cobrir-se de cores variadas.
Críticos: (criticar)
1. Fazer comentários desfavoráveis a respeito de (pessoas ou
coisas).2. Dizer mal de.3. Pôr defeitos em.4. Exercer a crítica.
Linho: 1. [Botânica]
Planta linácea, das regiões temperadas e quentes, empregada como planta
têxtil: O linho é cultivado em Portugal, sobretudo nos subúrbios de
Guimarães.2. O tecido que se fabrica com as fibras dessa planta: Lençol de
linho.
Emulsão:
1. Preparação obtida por divisão de um líquido em glóbulos microscópicos
no meio de um outro líquido com o qual não é miscível. 2. Falsa solução de
um líquido, geralmente oleoso, no seio de outro líquido. [Fotografia] emulsão
fotográfica: Preparação gelatinosa sensível à luz, que cobre os
filmes e os papéis fotográficos.
Verniz:
1. Solução da resina em álcool ou em outras substâncias com que se cobre a
superfície de certos objectos, para os preservar do ar, da humidade, ou
para lhes dar brilho. 2. Nome dado a diversos vegetais que fornecem as
resinas com que se faz o verniz, da família das gutíferas.
Impressas em
folhas de ofícios, algumas das obras de Alfredo Volpi serão mostradas para a
turma:
Festa de São João, década de
1940:

Festa de São João:

Grande Fachada Festiva:

Mastro de São Pedro:

Sem título (Bandeiras e
Mastros):

Bandeirinhas com mastro e fita:

A partir da
observação de cada imagem, a Raquel
fará as seguintes perguntas para inferências dos alunos: “O que e quem aparece
na cena? Onde podemos encontrar? O que está acontecendo? Alguém já viu, ou
presenciou algo parecido com esta imagem? Qual pintura você mais apreciou? Não
gostou de alguma? Por quê? O quadro Festa
de São João representa uma festa junina gaúcha? Como sabemos qual a diferença? É uma festa
de onde?”.
Ao longo da semana sortearemos uma ou duas curiosidades sobre Alfredo
Volpi e conversaremos sobre o que nos diz (as “tiras” de papel com as
informações estarão dobradas, e dentro de um saco plástico transparente), são
elas:
1. Quando Alfredo Volpi chegou a São
Paulo, tinha apenas um ano e meio de idade. Nunca se naturalizou, jamais
procurou mestres ou instituições de ensino e até o fim da vida não conseguiu
dominar o português, falando com bastante sotaque e trocando palavras da língua
portuguesa pela italiana.
2. De família simples, era o terceiro
de cinco filhos de Giusepina e Ludovico, que montaram um pequeno empório de
queijos e vinhos perto de onde moravam, no bairro do Cambuci, Zona Sul de São
Paulo. Começou a trabalhar cedo, aos 12 anos, numa gráfica. Com o primeiro
salário, comprou uma caixa de aquarelas.
3. Antes de se tornar artista, exerceu
os mais vários ofícios: marceneiro, encadernador, tipógrafo e decorador de
fachadas.
4. Sua primeira exposição individual
foi acontecer somente em 1944, quando tinha 48 anos. Todas as suas obras foram
vendidas - uma delas, de tema marítimo, foi comprada pelo escritor e
historiador Mário de Andrade.
5. Em 1950, Alfredo Volpi foi
convidado a participar da 25ª Bienal de Veneza. Era a primeira vez que voltava
ao seu país natal, a Itália.
6. Morou com os pais até se casar em
1942 com Benedita da Conceição, uma garçonete cujo apelido era Judite, seu amor
da vida inteira. Foi ela a inspiração da tela Mulata,
de 1927. Viveram juntos até a morte dela, em 1972. Teve uma filha, Eugênia
Maria e adotaram outros dezenove filhos.
7. Em 1988, dois anos antes de morrer
aos 92 anos, Volpi ganhou uma retrospectiva de sua obra (contabilizada em cerca
de 3.000 telas) em São Paulo.
9h50min - Lanche.
9h55min/10h05min - Recreio.
10h15min - Atividade em duplas:
Cada
dupla escolherá uma receita de comida típica junina, serão elas: paçoquinha de
colher, bolo de milho, curau, arroz-doce e pé de moleque.
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Após, a Michele fará algumas intervenções,
questionando os alunos sobre este portador de texto: “que gênero textual é este?
Que tipo de texto? Como sabemos? Que
características ele possui que nos permite compreender que é uma receita? Onde
encontramos?Como ela está estruturada? O texto é claro
e compreensível?”. Enquanto isso, a Raquel
distribuirá para cada aluno uma folha, contendo algumas solicitações:
Dupla:
Escolhemos a receita
____________________________________________________
Para fazê-la precisaremos dos
ingredientes:
Vamos lá, mãos na massa!
Ela serve _____ pessoas.
Quantidade de ingredientes:
Custo:
Montando uma barraquinha, e
vendendo 12 porções (R$ 1,50 cada), teremos lucros ou prejuízos?
|
Entregue as
folhas, a Raquel irá propor algumas
situações hipotéticas: “digamos que cada dupla resolveu fazer sua receita para
toda a turma experimentar. Que operações matemáticas vocês realizarão para
calcular a quantidade de ingrediente que utilizarão para que todos degustem a
receita, não se esquecendo de verificar o rendimento?”. Ouviremos suas
hipóteses e através delas, corrigir ou reafirmar suas falas, mostrando aos
alunos que, podemos usar a divisão ou a adição, devido ao rendimento da
receita, por exemplo, “se minha receita rende para 3 pessoas, e a turma possui
33 alunos, então precisarei fazer o cálculo 33/3, e perceber que terei que
realizar a receita 10X ou ir somando até chegar a 33”. Valorizaremos suas
estimativas. Algumas receitas não terão resultado exato, faremos arredondamentos.
Michele: “Sabemos quantas
receitas teremos que fazer para a turma, mas quantos ingredientes
utilizaremos?”, entramos no cálculo de multiplicação. Tendo conhecimento das
quantidades de ingredientes, os alunos receberão encartes do supermercado (Zaffari) para recortarem e
colarem na folha os itens que precisarão, sendo que se algum não for
encontrado, podem desenhar e daremos o preço dele. A professora perguntará o
que é “uma pitada de sal, um fio de óleo” e, assim questionar a compra
excessiva de alguns ingredientes.
Feito isto, a Raquel pedirá que as duplas calculem o
quanto, em dinheiro, gastarão no supermercado, utilizando a adição. Cada grupo
receberá o valor, estipulado por nós de R$ 15,00, para pagar a conta, e assim
verificar se sobrará troco ou faltará dinheiro. Finalizando, a professora
sugerirá que, se os alunos montassem uma barraquinha na festa junina da escola
e vendessem 12 porções de seu produto por R$ 1,50, calcular se teriam lucros ou
prejuízos. Importante: todos estes cálculos deverão ser registrados na folha,
no acompanhamento das situações hipotéticas.
11h - Atividade:
Cada aluno receberá a seguinte
folha:
Quitutes de São João![]() |
Fonte:
FRADE, Cáscia. Quitutes de São João. Ciência hoje das crianças. Rio de Janeiro:
SBPC, n. 8, s/d.
Após, a Michele fará alguns questionamentos,
“Vocês sabem o que quer dizer quitute?
Das três receitas apresentadas, qual delas é doce e quais são salgadas? Qual
das três receitas é mais fácil de ser feita? Por quê? Alguém conhece esses
quitutes por outros nomes? Quais? As três receitas necessitam ser levadas ao
forno, o tempo de cozimento está especificado em qual das receitas? O que a
falta de alguma informação pode causar no preparo destas receitas?”. Enquanto isso,
a Raquel escreverá alguns exercícios no quadro para os alunos copiarem no
caderno:
1. Copie as frases e circule,
com lápis de cor, o sinal de pontuação que aparece para separar os
ingredientes:
BEIJU – Ingredientes: polvilho
de mandioca, água e sal.
BROINHA DE COCO – Ingredientes:
um cocô ralado, 250 gramas de açúcar, duas gemas, uma colher de sopa de farinha
de trigo.
PASPALHÃO – Ingredientes: um
quilo de aipim, erva-doce e sal.
2. Na receita de beiju aparecem
palavras indicando ao leitor a ação que deve ser executada, ACRESCENTE,
UMEDEÇA, LEVE. Circule na receita de broinha de coco as palavras que indicam ao
leitor a ação a ser executada.
3. Escreva outras palavras com
o mesmo sentido de ação.
4. O aipim é uma planta da qual
se utiliza a raiz na alimentação. Ele é conhecido por outros nomes, dependendo
da região. Por quais nomes você o conhece?
5. Nos trechos a seguir, as
palavras circuladas estão referindo-se a palavras ou expressões anteriormente
citadas. Que palavras ou expressões são essas? Copie as frases e sublinhe-as.
a) Umedeça a farinha de
mandioca com água, de maneira que ela fique ainda solta.
b) Quando a massa estiver
úmida, enrole-a como um canudo.
6. Substitua a parte que se
repete por ela ou nela.
·
Pegue uma folha de bananeira e
enrola na folha de bananeira um pouco de massa.
7. Leia e depois faça o que se
pede:
Unte
uma bandeja com margarina. Pingue nela uns bocadinhos de massa e leve a
assar no forno quente.
a) O que significa bocadinhos, nesse trecho?
b) Reescreva o trecho,
recuperando a palavra que foi substituída pela palavra sublinhada.
A Raquel explicará cada exercício, ouvindo e respondendo
perguntas que podem surgir. Durante a realização da tarefa, circularemos pela
sala esclarecendo possíveis dúvidas. A correção será feita oralmente, com o
auxílio de alunos voluntários.
Avaliação da aprendizagem: Diário
de bordo.
Cada
aluno receberá cinco folhas pela metade de ofício grampeada, formando um bloco.
Explicaremos que, cada um terá seu diário de bordo. Nos momentos estipulados
pelas professoras, ao longo da semana, deverão escrever suas aprendizagens,
curiosidades, interesses, satisfações, decepções, frustrações, anseios que
surgiram durante as aulas. Quem quiser terá a oportunidade de ler seu escrito,
comentar, para vermos se as aprendizagens e sentimentos foram parecidos ou não.
O diário ficará diariamente na sala. Na sexta-feira cada aluno fará uma capa
para seu diário com desenhos e dados de identificação.
Colocaremos
a data e os objetivos que queremos avaliar em cada dia da semana a última folha
anexada na sexta, juntamente com nossas aprendizagens com eles e mensagem de
agradecimento. (Pediremos o bloco emprestado para apresentação na mostra.)
11h40min - Saída.
Recursos utilizados: Obras de
Alfredo Volpi, datashow, dicionário, receitas, encartes de supermercados;
quadro.
4.3 PLANO DA AULA DO DIA
05/06/2013 (quarta-feira)
Conteúdos: Ortografia
(usos da letra “R”); perigos e cuidados nas festas juninas.
Objetivos Específicos: Sistematizar o emprego da letra “R” em sua regularidade
através de reflexão metalinguística e
refletir sobre a regra em questão.
Refletir sobre o perigo do uso
inadequado de fogos de artifícios, balões e fogueiras em época de festividades
juninas;
Identificar características de
um texto informativo/ noticia;
Perceber a importância da coletividade para o
desenvolvimento do trabalho em grupo.
7h50min - Atividade:
Motivação Prévia: A Raquel trará algumas imagens e informações gerais sobre o perigo dos
balões, fogos de artifício e fogueiras, se manuseados de maneira incorreta nas
festividades juninas. Serão elas: “Os balões juninos são lindos, encantadores, mas também são
perigosos, pois precisam do fogo para subir. Quando deslocados para longe das
cidades, podem cair em áreas perigosas, como em florestas ou plantações,
causando grandes incêndios. Os fogos de
artifício também podem causar perigo, é preciso ter muito cuidado para não se
queimar, nem lançá-los em direção a outras pessoas, pois podem causar acidentes
graves. Algumas pessoas têm partes de seus corpos amputadas com essa prática,
porque as bombas estouram em suas mãos, além disso, o barulho elevado pode
estourar o tímpano. Por isso é importante ter muito cuidado com os fogos e
pedir sempre a ajuda de um adulto. Não usar álcool líquido ou em gel nas
fogueiras, pois o fogo pode se alastrar e provocar incêndios” (dados, com
algumas alterações, da fonte: Escola Kids/Festas Juninas).


Acreditamos que possam surgiu perguntas, como “o que quer
dizer amputada? Tímpano? E alastrar”. Primeiramente, perguntaremos se alguém
(aluno) sabe nos dizer o significado de tais palavras. Após ouvi-lo (a/s),
confirmaremos a resposta ou corrigiremos, esclarecendo que quando uma pessoa
tem uma parte do corpo amputada, queremos dizer que ela perdeu aquele membro do
seu corpo. No canal auditivo existe o tímpano, que é uma membrana bastante
sensível que vibra com a chegada de sons, ela separa o ouvido externo do médio,
possibilitando a transmissão do som para o ouvido interno. Alastrar é o mesmo
que espalhar, estender.
Após a Michele
reescreverá algumas frases no quadro:
Estudo de vocabulário:
1. Substitua
a palavra sublinhada por outra(s) com o mesmo sentido.
a.
Algumas pessoas têm partes de seus corpos amputadas
com a prática de soltar fogos de
artificio.
b.
O barulho elevado pode estourar o tímpano.
c. O fogo pode se alastrar
e provocar incêndios.
Após a Raquel entregará a cada dupla uma das imagens anteriormente
visualizadas. Enquanto isso a Michele
explicará que cada dupla deverá escrever no caderno uma noticia sobre a imagem
que possuem. Será montado na sala um mini cenário de telejornal e
solicitado que duplas voluntárias apresentem suas noticias.
Discutiremos anotando no quadro as características de uma noticia:
Quatro
fatores principais influenciam na qualidade da notícia:
1. Novidade: a notícia deve conter informações novas, e não repetir as já conhecidas
2. Proximidade: quanto mais próximo do leitor for o local do evento, mais interesse a notícia gera, porque implica mais diretamente na vida do leitor
3. Tamanho: tanto o que for muito grande quanto o que for muito pequeno atrai a atenção do público.
4. Relevância: notícia deve ser importante, ou, pelo menos, significativa. Acontecimentos banais, corriqueiros, geralmente não interessam ao público.
1. Novidade: a notícia deve conter informações novas, e não repetir as já conhecidas
2. Proximidade: quanto mais próximo do leitor for o local do evento, mais interesse a notícia gera, porque implica mais diretamente na vida do leitor
3. Tamanho: tanto o que for muito grande quanto o que for muito pequeno atrai a atenção do público.
4. Relevância: notícia deve ser importante, ou, pelo menos, significativa. Acontecimentos banais, corriqueiros, geralmente não interessam ao público.
9h30min - Lanche.
9h45min/10h - Recreio.
10h05min - Atividade: A Michele
escolherá dois números da chamada e os alunos correspondentes sortearão cada
um, uma curiosidade sobre Alfredo Volpi e conversaremos sobre o que nos diz (as
“tiras” de papel com as informações estarão dobradas, e dentro de um saco
plástico transparente).
A Raquel entregará a poesia “Noite de São João”, de Décio Valente.
Noite de
São João
Alegria no terreiro!
Coloridas bandeirolas,
Sanfona, flauta, pandeiro,
Cantores violões e violas.
Junto ao mastro de São João,
Nas mesas e tabuleiros,
Tigelinhas de quentão…
Quitutes bem brasileiros…
Pinhão, pipoca, amendoim…
O céu, cheinho de estrelas,
E eu, com você junto a mim,
Não me cansava de vê-las…
Lá fora, clareando tudo,
A crepitante fogueira,
Estalando como açoite,
Queimava o negro veludo
Daquela festiva noite
De tradição brasileira.
Décio Valente
Fonte: Cantigas Simples: poesias, 2ª edição, São Paulo: 1971.
Feito isso,
irá declamar a poesia. Depois, fará uma brincadeira: dividirá a poesia em seis
pedaços, numerando-os no quadro e pedirá seis voluntários para lê-la. Porém,
cada um deverá ler seu trecho usando diferentes técnicas vocais: voz risonha,
chorosa, aguda, grave, tremida e dengosa.
A partir da
leitura da poesia, a Michele fará as
seguintes perguntas para inferências dos alunos: “Existe diferença no som do R?
Se um R for retirado da palavra TERREIRO,
a pronúncia permanece a mesma? Por que RAQUEL não começa com RR? Quando
utilizamos RR? E R?”.
No caso das regularidades ortográficas (contextual R/RR),
será solicitado que os alunos analisem as palavras presentes na poesia com R e
RR, compondo grupos com elas e, a partir dos critérios de agrupamento, nomeiem
o “segredo” que as reúne e formulem a regra que se aplica de forma consistente
em cada caso de uso da letra sob estudo. Após será registrado o segredo e as regras
construídas pelos alunos, será exposto o material em painel como fonte de
consulta. Lembrando que é necessário atentar para a posição da letra na palavra
e seu respectivo valor sonoro:
Obs.: As palavras da poesia
encaixam-se apenas no grupo “palavras com R: som fraco”. Porém, todas as regras
serão explicadas, as palavras abaixo serão ditas aleatoriamente, e os alunos
deverão dizer para que grupo cada uma pertence. A Michele irá escrevendo-as no
quadro/cartaz:
Critério do agrupamento
(“o segredo”)
|
Palavras com R inicial
|
Palavras com R: som
fraco
|
Palavras com R: som
forte
|
Palavras com RR
|
rio
|
bandeirolas
|
enroscar
|
cachorro
|
|
rato
|
pandeiro
|
honra
|
terra
|
|
remo
|
coloridas
|
enrolar
|
ferro
|
|
Raquel
|
fogueira
|
Henrique
|
torrada
|
|
Princípio gerativo (a
regra”)
|
Usamos R no início das
palavras.
|
Usamos R entre vogais
quando o som for fraco.
|
Usamos R após consoante
quando o som for forte.
|
Usamos RR entre vogais
quando o som for forte.
|
Finalizaremos
a atividade, desafiando os alunos com a escrita de palavras inventadas a partir
da classificação de acordo com aspectos ortográficos regulares: RAPIBA,
SACAROCA, PINRADO, PURRUCA são palavras inventadas com R em diferentes
posições.
Ficará de tema
desenhar dentro da caixa em que está escrita a poesia, o que imaginam da cena
que o autor descreve.
Avaliação da aprendizagem: Diário
de bordo.
Cada
aluno receberá cinco folhas pela metade de ofício grampeada, formando um bloco.
Explicaremos que, cada um terá seu diário de bordo. Nos momentos estipulados
pelas professoras, ao longo da semana, deverão escrever suas aprendizagens,
curiosidades, interesses, satisfações, decepções, frustrações, anseios que
surgiram durante as aulas. Quem quiser terá a oportunidade de ler seu escrito,
comentar, para vermos se as aprendizagens e sentimentos foram parecidos ou não.
O diário ficará diariamente na sala. Na sexta-feira cada aluno fará uma capa
para seu diário com desenhos e dados de identificação.
Colocaremos
a data e os objetivos que queremos avaliar em cada dia da semana a última folha
anexada na sexta, juntamente com nossas aprendizagens com eles e mensagem de
agradecimento. (Pediremos o bloco emprestado para apresentação na mostra.)
10h40min - Educação Física com professor
especializado.
11h40min - Saída.
Recursos utilizados: quadro, papel pardo, tesoura,
canetas hidrocor, lápis de cor.
4.4 PLANO DA AULA DO DIA
06/06/2013 (quinta-feira)
Conteúdos: Festividades
Juninas, operações matemáticas de adição e subtração, composição de números,
Objetivos específicos:
Relembrar
informações adquiridas anteriormente acerca do pintor Alfredo Volpi;
Construir,
coletivamente, uma pintura relacionada às festividades juninas;
Apresentar,
coletivamente, suas produções artísticas;
Sintetizar
conhecimentos a cerca das festividades juninas;
Exercitar
as operações matemáticas de adição e subtração e composição de números;
Interpretar
as informações contidas no texto de produção das bandeirinhas;
Confeccionar
bandeirinhas para decorar a sala.
7h50min - Atividade: Pintura
coletiva.
Motivação prévia: A Michele
perguntará a turma: “Quem se lembra da técnica que Alfredo Volpi utilizava para
pintar?”. Pedirá que os alunos consultem o texto da biografia do pintor e lerá
o trecho: Depois de dominar a técnica da têmpera com clara de ovo, o
artista nunca mais usou tintas industriais - "elas criam mofo e perdem
vida com o passar do tempo", dizia. Fazia suas próprias tintas, diluídas
em uma emulsão de verniz e clara de ovo, em que ele
adicionava pigmentos naturais
purificados (terra, ferro, óxidos, argila colorida por óxido de ferro) e
ressecados ao sol.
Com ovos, argila e tintas gauche, também
faremos nossas próprias tintas, misturando clara e argila, gema e argila, clara
e tinta gauche e, gema e tinta gauche. Feito isto e dispostos em grupos, cada
um receberá um pedaço de folha grande de papel pardo. Os grupos deverão
conversar e combinar sobre o que pintarão, desde que tenha relação com as
festividades juninas.
Após, faremos a exposição dos trabalhos:
Cada grupo (um por vez) deverá ir até a frente, ficando visível a todos os
colegas e professoras, mostrar sua pintura e contar como foi realizar o
trabalho. Depois, a Raquel e a Michele ajudarão os alunos a fixarem suas obras
no corredor da escola, tendo como título da exposição “ALFREDO VOLPI NOS DEU A
IDEIA DE COMO PINTAR!”.
9h30min - Lanche.
9h45min/10h - Recreio.
10h10min - Atividade:
A Raquel distribuirá a folha de atividade para os alunos:
·
Completa as frases e a
cruzadinha usando as seguintes palavras:
SÃO PEDRO TERREIRO BALÕES BARRAQUINHAS
BAMBUS SÃO
JOÃO AMENDOIM SANTO ANTÔNIO
PIPOCAS QUADRILHA FESTANÇA

1.
Mês de festa no arraial: ___________________.
2.
Mamãe prepara _______________ torrado para a festança.
3.
A ________________ será muito animada.
4.
Vamos soltar ___________ coloridos no céu.
5.
O pessoal ensaia ______________ no terreiro.
6.
O __________________ está todo enfeitado com barraquinhas.
7.
Dia 24 de junho é o dia de
____________________________________.
8.
A criança fez arcos com _____________________ para decorar a festa.
9.
Dia 13 de junho é dia de __________________________.
10.
Nas __________________ tem quentão e milho verde cozido.
11.
As _______________________________ pulam na panela.
12.
Dia 29 de junho é dia de ______________________________.
Assim que
todos os alunos receberem a folha, a Raquel
explicará que devem ler a frase, verificar qual palavra ou expressão a completa
e encaixar a mesma na cruzadinha. Se
tiverem dúvida na escrita, podem ver com o colega, se ainda tiverem dúvida
podem usar o dicionário.
10h30min - Atividade:
A Michele escreverá no quadro, para os
alunos copiarem:
1. No primeiro dia de festa
junina lá da escola venderam cachorro quente e pipoca. Pela manhã, as barracas
conseguiram vender 128 cachorros quentes e 143 saquinhos de pipoca. À tarde,
venderam 261 cachorros quentes e 254 saquinhos de pipoca. Agora descubra:
a) O total de cachorros quentes
vendidos no final do dia.
b) O total de saquinhos de
pipoca vendidos no final do dia.
c) O que vendeu mais? Cachorro quente ou pipoca?
O que mais menos vendido? Qual a diferença entre o mais e o menos vendido?
d) Qual a diferença entre a venda de cachorro
quente a venda de pipocas?
2. Leia o convite abaixo:
Dia 7 de junho de 2013, às 10h.
Será uma grande festa!
Contamos com a sua presença!
|
Como se escreve por extenso o
ano indicado no convite?
3. Observe os preços no
arraial:
Produto
|
Preço
|
Pescaria
|
R$ 2,00
|
Pipoca
|
R$ 1,50
|
Bolo de fubá
|
R$ 3,00
|
Suco
|
R$ 3,00
|
Canjica
|
R$ 2,30
|
a) Chico foi à festa junina.
Comprou três sucos, duas pipocas e um pedaço de bolo de fubá. E brincou uma vez
na pescaria. Quanto Chico gastou?
b) Chico havia levado R$ 20,00.
Depois da festa sobrou algum dinheiro? Quanto?
4. Arme e efetue:
a) 4.012 + 825 =
b) 2.178 + 4.869 =
c) 335 – 153 =
d) 965 – 649 =
Após, a Raquel lerá apenas o enunciado da
proposta e perguntará a turma o que está sendo pedido para ser realizado,
surgindo dúvidas, esclarecerá. A correção será feita oralmente, com alguns
alunos indo no quadro efetuar os cálculos e dizer sua estratégia para chegar ao
resultado. Se alguém tiver utilizado outro caminho, que tenha dado a resposta
correta poderá informar aos colegas.
11h - A Michele escolherá dois
números da chamada e os alunos correspondentes sortearão cada um, uma
curiosidade sobre Alfredo Volpi e conversaremos sobre o que nos diz (as “tiras”
de papel com as informações estarão dobradas, e dentro de um saco plástico
transparente).
11h10min - Cada aluno receberá uma
folha com instruções de como fazer bandeirinhas:

A Raquel perguntará aos alunos: “Conforme
as orientações do texto, vocês conseguiriam confeccionar as bandeirinhas com
facilidade? Por quê? O que mais ajuda o leitor na hora de confeccionar as
bandeirinhas: o texto, os desenhos ou os dois? E então, vamos fazer
bandeirinhas?”. Com revista, papel seda e cola, os alunos deverão confeccionar
bandeirinhas para enfeitar a sala. Nós, os ajudaremos a fixá-las no barbante e
pendurar pela sala. Ficará lindo!
Avaliação da aprendizagem: Diário
de bordo.
Cada
aluno receberá cinco folhas pela metade de ofício grampeada, formando um bloco.
Explicaremos que, cada um terá seu diário de bordo. Nos momentos estipulados
pelas professoras, ao longo da semana, deverão escrever suas aprendizagens,
curiosidades, interesses, satisfações, decepções, frustrações, anseios que
surgiram durante as aulas. Quem quiser terá a oportunidade de ler seu escrito,
comentar, para vermos se as aprendizagens e sentimentos foram parecidos ou não.
O diário ficará diariamente na sala. Na sexta-feira cada aluno fará uma capa
para seu diário com desenhos e dados de identificação.
Colocaremos
a data e os objetivos que queremos avaliar em cada dia da semana a última folha
anexada na sexta, juntamente com nossas aprendizagens com eles e mensagem de
agradecimento. (Pediremos o bloco emprestado para apresentação na mostra.)
Recursos utilizados: folha A3,
tintas guaches coloridas, argila, clara e gema de ovo, pincéis, revista, papel
seda, cola, tesoura, barbante.
4.5 PLANO DA
AULA DO DIA 07/06/2013 (sexta-feira)
Conteúdos: coordenação
motora, danças e brincadeiras típicas das festividades juninas.
Objetivos Específicos:
Participar de atividades
lúdicas coletivas (dança);
Interpretar um texto
instrutivo;
Dançar a quadrilha;
Brincar de corrida de sacos e
corrida do ovo na colher;
Reconhecer a quadrilha como uma
dança típica de festas juninas;
Identificar a corrida de sacos
e a corrida do ovo na colher como brincadeiras típicas de festas juninas;
Participar da festa junina da
turma.
Motivação Prévia:
A Raquel perguntará “Relembrando, qual é
a dança típica das festas juninas?”, a quadrilha. Em tom de mistério, informará
que temos uma proposta muito desafiadora para a turma, que exigirá preparo,
determinação, confiança, coordenação motora e muito alto astral: DANÇAR!
(Aproveitaremos as músicas trazidas pelos alunos, também levaremos algumas
canções).
A turma será
dividida em três grupos, que lendo as instruções deverão se organizar para
dançar a quadrilha. Antes, a Michele escolherá
três números da chamada e os alunos correspondentes sortearão cada um, uma
curiosidade sobre Alfredo Volpi (as últimas).

Após, dividiremos a turma em duas equipes, para brinca de
corrida de sacos e corrida do ovo na colher, brincadeiras típicas de festas
juninas:
Corrida de sacos: cada equipe
terá um saco de TNT, os participantes estarão enfileirados. Um aluno por vez
deverá entrar no saco e sair da linha de partida até a chegada (marcadas no
chão da sala).
Corrida do ovo na colher: cada
equipe terá uma colher e um ovo, os participantes estarão enfileirados. Um
aluno por vez deverá equilibrar o ovo na colher com a boca, e sair da linha de
partida até a chegada (marcadas no chão da sala).
Não terá vencedores,
o objetivo das brincadeiras é o divertimento!
9h40min - Lanche.
10h/10h10min - Recreio.
10h15min - Avaliação da aprendizagem: Diário
de bordo.
Cada
aluno receberá cinco folhas pela metade de ofício grampeada, formando um bloco.
Explicaremos que, cada um terá seu diário de bordo. Nos momentos estipulados
pelas professoras, ao longo da semana, deverão escrever suas aprendizagens,
curiosidades, interesses, satisfações, decepções, frustrações, anseios que
surgiram durante as aulas. Quem quiser terá a oportunidade de ler seu escrito,
comentar, para vermos se as aprendizagens e sentimentos foram parecidos ou não.
O diário ficará diariamente na sala. Na sexta-feira cada aluno fará uma capa
para seu diário com desenhos e dados de identificação.
Colocaremos
a data e os objetivos que queremos avaliar em cada dia da semana a última folha
anexada na sexta, juntamente com nossas aprendizagens com eles e mensagem de
agradecimento. (Pediremos o bloco emprestado para apresentação na mostra.)
10h25min - Atividade de
encerramento: Festa junina!
Os grupos
definidos na 2ª f. (grupo 1: salgados, grupo 2:
doces, grupo 3: brincadeiras, danças e músicas, grupo 4: bebidas)
deverão organizar na sala suas barraquinhas com o que trouxeram, usando as
mesas e cadeiras. Feito isso, cada grupo apresentará sua barraca e contará como
se organizou ao longo da semana (caso
a turma não tenha condições as professoras Raquel e Michele trarão as comidas).
Recursos Utilizados: rádio, sacos
de TNT, colheres, ovos de plástico.
Agradeceremos
a receptividade da professora e dos alunos e daremos uma lembrança nossa pra
cada um.
REFERÊNCIAS
BRANDÃO, Carlos Rodrigues.
Pensando, vivendo, ensinando e aprendendo, lendo e escrevendo. Paulo Freire,
o menino que lia o mundo: uma história de pessoas, de letras e de palavras. São
Paulo: Editora UNESP, 2005.
PICCOLI,
Luciana, CAMINI, Patrícia. Práticas
pedagógicas em ALFABETIZAÇÃO: espaço, tempo e corporeidade. Erechim:
Edelbra, 2012.
RODRIGUES, Maria Bernadette Castro. Inclusão, humana
docência e alegria cultural como finalidades da prática pedagógica. IN: ÁVILA,
Ivany Souza. (Org.) Escola e sala de
aula, mitos e ritos: um olhar pelo avesso do avesso. Porto Alegre: Editora
da Universidade/UFRGS, 2004, p. 23-46.
Cantigas Simples: poesias, 2ª edição, São Paulo: 1971.
Sites:





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